Domingo, 27 de Novembro de 2011

Muitos sorrisos, mas poucos casamentos

Apesar dos sorrisos e da felicidade aparentada, os números são claros: em Portugal, bem como noutros países europeus, o número de casamentos tem vindo a diminuir.

Summer of Love Yves Lecoq

           Fotografia de Yves Lecoq: Summer of Love.

           

            Gráfico da Pordata.

Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011

Dia 24 de Novembro é dia de trabalho!

trabalhando num arranha céus 

Não farei greve amanhã e espero que a escola não feche para que possa trabalhar.

Mais ideias sobre esse assunto aqui: Não faremos greve amanhã.

Terça-feira, 22 de Novembro de 2011

É servido?

escorpiao fritos china    Escorpiões fritos – China.

gafanhotos fritos Ásia  Gafanhotos fritos – Ásia.

aranhas fritas cambodja  Aranhas fritas – Cambodja.

larvas de abelhas  Larvas de abelhas.

pupas de bicho da seda Coreia  Pupas de bicho da seda – Coreia.

Vídeo Tabus Alimentares. Clique para ver.

Ver também o post O que vamos almoçar: larvas ou sardinhas?

Domingo, 20 de Novembro de 2011

TPC

Caros alunos: espero que não se esqueçam do TPC. A ideia é fazer um breve comentário sobre este vídeo.

Sábado, 19 de Novembro de 2011

Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011

Capacidade de adaptação

sintra pena palace arranha céusPalafitaCabana_no_campo

 indios tendainupiat-eskimo-igloo esquimó

 potiguaras da aldeia de Barra de Camaratuba Paraíbabarco casa

tenda no deserto Casas_colmeia casas de barro

Contrariamente ao que sucede com as outras espécies animais, os seres humanos vivem em ambientes completamente diferentes: no deserto, na neve, na floresta, nas montanhas, em planícies, etc. Os outros animais adaptam-se fisicamente ao meio ambiente em que vivem: por exemplo, os lobos que vivem em zonas muito frias são mais peludos que os lobos que vivem em zonas mais quentes. Contudo, os seres humanos, seja qual for o meio em que vivam, não fazem essas adaptações físicas.

Como conseguem então sobreviver? Graças à cultura: em vez de mudarem fisicamente mudam culturalmente; ou seja, constroem casas,  fabricam roupas e outros objetos  diferentes consoante o meio ambiente onde vivem.

(Veja AQUI um vídeo que expressa a mesma ideia das imagens atrás apresentadas.)

Causas sociais

Pretender que os fenómenos sociais têm causas meramente naturais é um obstáculo epistemológico habitualmente designado por ‘naturalismo’ ou ‘explicações naturalistas’. Eis um exemplo.

«Comparem-se os relatórios de psiquiatras acerca das causas das neuroses nas mulheres casadas e com filhos em diferentes países. Um psiquiatra da Checoslováquia informa que os problemas de neurose surgem, sobretudo, em mulheres que não trabalham e passam o tempo em casa com os filhos. Ou seja, os casos de neurose são menos frequentes em mulheres que acumulam o trabalho com o cuidar dos filhos. Por sua vez, um psiquiatra de Espanha, referindo os problemas das mulheres da classe média e da classe mais abastada do seu país, enuncia uma conclusão oposta à do seu colega checoslovaco: que as mulheres mais sujeitas a tensão psíquica são as que acumulam o trabalho com as ocupações de criar e educar os filhos. Como conciliar informações tão contraditórias?

O problema resolve-se desde que saibamos que na Checoslováquia é considerado normal que as mulheres com filhos trabalhem, ao passo que em Espanha, pelo contrário, isso não é considerado normal em relação às mulheres da classe média ou mais abastadas. Torna-se claro, desta maneira, que as causas dos chamados ‘problemas das mulheres’ são de natureza social [e não natural]. E um aspeto central da questão consiste em que o seu comportamento está em conflito com as expetativas da maioria das pessoas com as quais elas se encontram em relação na sociedade, e que daí resultam estados de tensão psíquica que se exprimem sob a forma de neurose.»

Adérito Sedas Nunes, Sobre o Problema do Conhecimento em Ciências Sociais, GIS, Lisboa.

Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011

Desafios filosóficos

imageAmanhã é o Dia Mundial da Filosofia. Sugiro por isso dois desafios filosóficos que talvez possam interessar um ou outro estudante de Sociologia.

Veja aqui e aqui.

Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011

1041 visitantes num só dia

Ontem, dia 9 de Novembro de 2011, o Caderno de Sociologia recebeu 1041 visitas. Nos dias anteriores o número de visitas chegou quase a mil. A média da semana é 805 visitas.

visitantes do Caderno de Sociologia

Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011

Jornal escolar online

O Pinhas online

Na Escola Secundária de Pinheiro e Rosa foi recentemente criado um jornal online chamado “O Pinhas”.

É um herdeiro assumido do jornal escolar com o mesmo nome, mas em papel, entretanto desaparecido.

Vale a pena espreitar, ler e colaborar. “O Pinhas” aceita a colaboração de alunos e professores.

Terça-feira, 8 de Novembro de 2011

Não era preciso ser presciente

Séneca

O filósofo romano Séneca viveu há cerca de 1900 anos, mas ao escrever a um amigo conseguiu explicar uma parte importante da atual crise económica, social e política. Presciência? Claro que não: apenas sensatez e lucidez.

Veja aqui.

Futuro sombrio

a escola sem tecnologias

a tentação do facebook

distracções tecnológicas e virtuais

GERACAO DO FUTURO

solidão acompanhada no facebook

sozinho no facebook 

internet afasta quem está próximo 

 amigos do facebook

LOL

como será a tecnologia no futuro

o face book não é vida

gamer evolution

Este futuro será bom ou mau?

afinal havia outra

facebook o que é isso

igreja do futuro  criar vidas online

 história infantil

Sábado, 5 de Novembro de 2011

Sociologicamente Pensando

Descobri o blogue Sociologicamente Pensando através do comentário de um leitor. Coloquei-o na lista das Ligações de Sociologia e acho que merece ser visitado.