Sexta-feira, 27 de Maio de 2011

1024 visitas

Ontem, dia 26 de Maio de 2011, o Caderno de Sociologia teve 1024 visitas.

Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

Matriz do 5º teste de Sociologia

  1. Explicar o que é a globalização.
  2. Explicar em que consiste a dimensão tecnológica da globalização.
  3. Explicar em que consiste a dimensão económica e financeira da globalização.
  4. Explicar o que são empresas transnacionais e qual é o seu papel na globalização.
  5. Explicar em que consiste a chamada 'economia do conhecimento'.
  6. Explicar em que consiste a dimensão cultural da globalização.
  7. Mostrar em que medida a globalização é um fenómeno local.
  8. Explicar o que é a aculturação.
  9. Distinguir aculturação por assimilação e aculturação por destruição.
  10. Explicar a relação entre globalização e aculturação.
  11. Conhecer dados acerca das desigualdades associadas à globalização.
  12. Explicar as vantagens e as desvantagens da globalização.
  13. Discutir se a globalização tem mais vantagens ou desvantagens.
  14. Definir família.
  15. Distinguir os principais tipos de família de acordo com a sua estrutura: nuclear, extensa, monoparental, sem vínculo conjugal.
  16. Distinguir os principais tipos de família de acordo com a sua forma de constituição: 'tradicional' (casamento heterossexual), união de facto, recomposta e gay.
  17. Conhecer os conceitos de monogamia, poliginia, poligamia e poliandria.
  18. Explicar e relacionar as principais mudanças sociais que nas últimas décadas afectaram a família (nas sociedades ocidentais, nomeadamente a portuguesa): aumento dos divórcios; diminuição da nupcialidade; diminuição da natalidade; aumento do número de filhos fora do casamento; aumento da idade média do primeiro casamento; aumento das uniões de facto e de outras formas de conjugalidade; reconhecimento legal e social dos direitos das mulheres; aumento do trabalho feminino fora de casa; maior valorização do afecto, da intimidade e da partilha na relação dos cônjuges; aumento da esperança média de vida.
  19. Explicar emergência de novos tipos de família: monoparentais, recompostas, gay e uniões de facto.
  20. Mostrar em que medida existe actualmente uma valorização da infância.
  21. Mostrar em que medida as mudanças sociais ocorridas alteraram os papéis desempenhados por homens e mulheres na vida familiar.
  22. Distinguir as várias formas de violência intrafamiliar.
  23. Indicar e explicar as principais causas da violência intrafamiliar.
  24. Explicar o que é a estratificação social.
  25. Indicar os principais sistemas de estratificação social.
  26. Definir mobilidade social.
  27. Distinguir os diferentes tipos de mobilidade social estudados.
  28. Descrever e explicar o sistema de castas da Índia.

A. Conhecer exemplos ilustrativos de todos os conceitos referidos.

B. Identificar os conceitos referidos em exemplos dados pelo professor.

Leituras:

No manual Sociologia em Acção: da página 118 à página 129; da página 150 à página 156, da da página 158 à página 165; páginas 189 e 190.

No Caderno de Sociologia ver:

Links sobre a globalização
Links sobre a família
Links sobre a estratificação

BOM TRABALHO!

Má sorte ser intocável

Para saber mais sobre os Intocáveis e sobre o sistema de castas indiano ver aqui e aqui.

Links sobre a estratificação

Estratificação social
* Onde está a piada?
* A inesgotável gatunice
Mbuti: poucas desigualdades, mas ainda assim longe da igualdade
Castas: a desigualdade hereditária
Mudanças no sistema de castas indiano
* Má sorte ser intocável
* As três ordens medievais: Nobreza, Clero e Povo
* A escravatura foi abolida oficialmente mas continua a existir

Os posts assinalados com asterisco (*) são de leitura opcional.

Links sobre a família

* Múltiplas influências
Cuidar de quem depende de nós

"Querido, cheguei! O que fizeste para o jantar?"

A família já não é o que era
Monogamia e poligamia

Poliginia e poliandria

Poliginia
Famílias
A difícil vida doméstica das famílias recompostas
Famílias cada vez mais pequenas
Casar em Portugal
Quantos são?
A união de facto em Portugal
72 divórcios por dia em Portugal
Dados sobre o divórcio em Portugal
1/3 dos bebés nasce fora do casamento
O recasamento em Portugal

Amor e sexo no tempo de Salazar

Mudanças na família e a importância da ‘relação’
A sede de amor

* Nem no dia da mãe!

* 8 de Março: Se a maior parte das mulheres trabalham a semana inteira, qual é afinal o dia da mulher?

Novos papéis parentais

A partilha de tarefas domésticas: muito longe da igualdade

Empregada e doméstica: o 2º turno

* Desigualdade entre homens e mulheres aumentou em Portugal

Mas… e a divisão de tarefas?

Partilha de tarefas domésticas melhora vida sexual!

Em Portugal a violência doméstica é um crime (quase) sem castigo

* Quanto menos me bates mais gosto de ti

A violência no namoro

Número de mulheres mortas por violência doméstica quase duplicou de 2007 para 2008

Violência doméstica: as crianças vêem

As crianças fazem o que vêem

Algumas causas da violência intrafamiliar
Lar, amargo lar
* Sinais indicadores de maus tratos em crianças e jovens

Os posts assinalados com asterisco (*) são de leitura opcional.

Links sobre a globalização

Globalização: o mundo numa montra de supermercado
Globalização: muito mais que a economia
Globalização: comunicação global
Milhões e trilhões: os números da globalização
Economia do conhecimento
As empresas transnacionais
A globalização do Natal
Globalização alimentar: diferenciação ou homogeneização?
Sem a globalização seria possível conhecer Ali Farka Touré ou Ibrahim Ferrer fora dos seus países?
Lila Downs, Caetano Veloso e a globalização

Os filmes mais vistos em 2010 em Portugal

Globalização cultural: homogeneização ou diferenciação?
Globalização cultural: imperialismo ou diversidade?
Globalização e desigualdade
Opiniões sobre a globalização
2 perspectivas sobre a Globalização: quem terá razão?

Segunda-feira, 23 de Maio de 2011

População portuguesa poderá diminuir 40% em 100 anos

“No final do século a população portuguesa poderá estar reduzida a seis milhões. (…) Ou seja: uma perda de quase 40% no número de habitantes, a segunda maior queda na União Europeia e a sétima maior no Mundo.”

Notícia do jornal i. Clique para ler mais.

Agradeço ao meu aluno Pedro Cardoso a notícia da notícia e o respectivo link .

Sábado, 21 de Maio de 2011

Algumas causas da violência intrafamiliar

- Álcool e droga (na medida em que propiciam comportamentos agressivos ou negligentes).

- Estatuto desigual das mulheres e crianças e abuso de poder por parte de quem é mais forte ou mais velho.

- Nalguns casos, o desemprego e problemas económicos (na medida em que podem aumentar a tensão e a agressividade).

- A intensidade emocional característica das relações familiares, associada à proximidade e conhecimento mútuo, agrava as discordâncias e desavenças.

- Tolerância social face à violência sobre as crianças (vista como pedagógica) e, em menor grau, sobre as mulheres (a ideia que o ciúme e os comportamentos possessivos são sinal de amor, etc.).

- Formas leves e socialmente aprovadas de violência (como a palmada de castigo) podem degenerar e tornar-se agressões mais graves.

- Pedofilia (no caso de muitos abusos sexuais de menores).

- Reprodução da violência (a vítima torna-se agressor, as crianças que assistiram a situações de violência tornam-se agressoras na adolescência ou na idade adulta).

- Privacidade do espaço familiar facilita a impunidade (muitas vezes não há testemunhas ou são pessoas dependentes).

- A falta de autonomia económica das vítimas impede muitas vezes que se afastem do agressor, o que permite a continuação das agressões.

Bibliografia:

António Pedro Pombo e outros, Sociologia em Acção – 12º ano, Porto Editora, 2009.

Anthony Giddens, Sociologia, 5ª edição, F. C. Gulbenkian, 2007, Lisboa.

Quinta-feira, 19 de Maio de 2011

Matriz do mini-teste

1. Saber o que é a globalização.

2. Saber em que consiste a dimensão tecnológica da globalização.

3. Saber em que consiste a dimensão económica e financeira da globalização.

4. Saber o que são empresas transnacionais e qual é o seu papel na globalização.

5. Saber em que consiste a chamada 'economia do conhecimento'.

6. Saber em que consiste a dimensão cultural da globalização.

7. Saber em que medida a globalização é um fenómeno local.

8. Saber o que é a aculturação.

9. Distinguir aculturação por assimilação e aculturação por destruição.

10. Saber relacionar globalização e aculturação.

11. Conhecer dados acerca das desigualdades associadas à globalização.

12. Conhecer vantagens e desvantagens da globalização.

13. Definir família.

14. Distinguir os principais tipos de família de acordo com a sua estrutura: nuclear, extensa, monoparental, sem vínculo conjugal.

15. Distinguir os principais tipos de família de acordo com a sua forma de constituição: 'tradicional' (casamento heterossexual), união de facto, recomposta e gay.

16. Conhecer os conceitos de monogamia, poligenia, poligamia e poliandria.

17. Conhecer e saber relacionar as principais mudanças sociais que nas últimas décadas afectaram a família (nas sociedades ocidentais, nomeadamente a portuguesa): aumento dos divórcios; diminuição da nupcialidade; diminuição da natalidade; aumento do número de filhos fora do casamento; aumento da idade média do primeiro casamento; aumento das uniões de facto e de outras formas de conjugalidade; reconhecimento legal e social dos direitos das mulheres; aumento do trabalho feminino fora de casa; maior valorização do afecto, da intimidade e da partilha na relação dos cônjuges; aumento da esperança média de vida.

18. Saber como se explica da emergência de novos tipos de família: monoparentais, recompostas, gay e uniões de facto.

19. Saber em que medida existe actualmente uma valorização da infância.

20. Compreender em que medida as mudanças sociais ocorridas alteraram os papéis desempenhados por homens e mulheres na vida familiar.

21. Distinguir as várias formas de violência intrafamiliar.

22. Conhecer as principais causas da violência intrafamiliar.

Sinais indicadores de maus tratos em crianças e jovens

criança Garibous agredida queimada Criança queimada. Ver mais informações aqui.

maus tratos em crianças e jovens

Na aulas falámos dos maus tratos em crianças e jovens a propósito da violência doméstica, mas como é óbvio eles podem acontecer noutros contextos – por exemplo, em orfanatos e em escolas.

Os principais tipos de maus tratos em crianças e jovens são a negligência, o mau trato físico,  o mau trato psicológico/emocional e o abuso sexual. Eis alguns dos seus sinais indicadores.

Negligência de crianças e jovens

mau trato físico de crianças e jovens

mau trato psicológico/emocional de crianças e jovens

Abuso sexual de crianças e jovens

Informação retirada de: “MAUS TRATOS EM CRIANÇAS E JOVENS - GUIA PRÁTICO DE ABORDAGEM, DIAGNÓSTICO EINTERVENÇÃO”, da Direcção-Geral da Saúde, Fevereiro de 2011.

Quarta-feira, 18 de Maio de 2011

Lar, amargo lar

CRIANÇA ESPANCADA  violencia domestica

“A casa é, de facto, o lugar mais perigoso da sociedade moderna. Em termos estatísticos, seja qual for o sexo ou a idade, uma pessoa estará mais sujeita à violência em casa do que numa rua à noite. Um em cada quatro assassinatos no Reino Unido é cometido por um membro da família contra outro. As mulheres correm mais risco de violência por parte dos homens com quem têm relações familiares do que por parte de estranhos.”

Anthony Giddens, Sociologia, 5ª edição, F. C. Gulbenkian, 2007, Lisboa, pág. 196.

Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

Aumentam casos de mulheres que se prostituem para sustentar filhos

«Cada vez mais mulheres recorrem à prostituição para conseguir sustentar os filhos. Desempregadas ou com trabalhos mal pagos, aceitam vender o corpo para manter a vida que tinham antes de o companheiro as abandonar. (…)

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2010 havia mais de 346 mil famílias em Portugal com apenas um progenitor e, segundo a socióloga Karin Wall, as famílias monoparentais “são as mais vulneráveis à situação de pobreza”.»

Leia mais no jornal Público.

Sexta-feira, 13 de Maio de 2011

Pequeninas coisas

O poeta português Manuel António Pina ganhou o prémio Camões deste ano. Eis um dos seus poemas.

Amor como em Casa

Regresso devagar ao teu
sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraído percorro
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no
amor como em casa.

Terça-feira, 10 de Maio de 2011

Blogues de alunos

o céu é o limiteFoto de Inês Belo (Galeria de inescsb).

Desafiei aqui os alunos a divulgarem os seus sítios na Internet, nomeadamente os blogues que criaram na disciplina de Área de Projecto e até blogues pessoais.

Eis as respostas. Primeiro os sítios pessoais e depois os blogues de AP, por ordem das turmas (D, E e F).

Sítios pessoais:

Galeria de inescsb

Diário da Luz

Escrevedora S

Dual Design

Blogues de AP:

Beleza Artificial Mundial – BAM

Literatura associada à Música

Photoproject

Go Live Life

Os anos 80

A Maçonaria

“Melhorias” destas não, obrigado!

Caso o bom senso e a necessidade de reduzir os despesas do Estado não sejam suficientes, esperemos que o FMI  impeça a Escola Secundária de Pinheiro e Rosa de ser vítima das “melhorias” da Parque Escolar.

Publicado também aqui.

Segunda-feira, 9 de Maio de 2011

Casar em Portugal

Número de casamentos em Portugal, de 1960 a 2009.

Taxa bruta de nupcialidade em Portugal, de 1960 a 2009.

Idade média ao primeiro casamento, por sexo, de 1960 a 2009.

Por Taxa Bruta de Nupcialidade entende-se “o número de casamentos observado durante um determinado período de tempo, normalmente um ano civil, referido à população média desse período (habitualmente expressa em número de casamentos por 1000 habitantes).” (PORDATA)

A união de facto em Portugal

percentagem de uniões de facto

«Em todos os grupos etários e em ambos os sexos, a proporção dos casados com registo é claramente muito superior à dos casados sem registo, nos dois momentos censitários. Em 2001, a proporção referente aos casados com registo chega em grupos etários a ultrapassar os 80% da população residente total, em contraste com o valor máximo de 7,4% dos casados sem registo. Dos indivíduos com 15 a 19 anos, 1,3% declara viver em união de facto, enquanto 1,5% são casados com registo; dos 20 aos 24 anos 4,6% são casados sem registo e 16,5% são casados com registo; dos 25 aos 29 anos 7,9% vivem em união de facto e 46,8% são casados com registo. O valor máximo de casados sem registo situa-se no grupo etário dos 30 a 34 anos com 7,4% (contra 68,2% nos casados com registo)»

Sofia Leite, A União de Facto em Portugal.

Quantos são?

Tipos de agregados domésticos

número de filhos por agregado

O recasamento em Portugal

“O recasamento é o triunfo da esperança através da experiência.”

Samuel Johnson, séc. XVIII.

Os recasamentos têm aumentado em Portugal, principalmente entre os divorciados.

casamentos segundo o estado civil anterior

Domingo, 1 de Maio de 2011

Hush, little big mother

O meu filho, de 4 anos, adora esta versão de 'Hush, little baby'. O facto de ele gostar de Yo-Yo Ma e de Bobby McFerrin é visto pela mãe como uma espécie de prémio Nobel da Maternidade. Mães…