segunda-feira, 17 de Maio de 2010

As classes sociais actuais

Quais são as classes sociais que existem nas sociedades actuais?

Não existe uma resposta consensual para esta questão. As respostas variam consoante o modelo teórico defendido pelo sociólogo, mas também consoante o país em causa, uma vez que a situação não é igual em todos. Há sociólogos que distinguem três classes principais, outros identificam cinco ou mesmo sete classes. Vejamos duas abordagens possíveis.

«Nas sociedades industriais, há, quase sempre, três classes fundamentais: uma classe superior de elite: (pessoas que vivem dos rendimentos das suas propriedades fundiárias e imobiliárias, empresários e dirigentes de alto nível), uma classe média bastante numerosa de profissionais e empregados das categorias superiores, e uma classe ainda mais numerosa de operários da indústria e de trabalhadores da agricultura e do terciário com escassa qualificação.»

Lucia DeMartis, Compêndio de Sociologia, Edições 70, Lisboa, 2006, pág. 118.

Embora as designações utilizadas nem sempre sejam iguais, muitos autores consideram que na actualidade existem cinco classes principais: classe alta, classe média alta, classe média, classe média baixa, classe baixa. Por vezes essas classes são designadas por letras: A, B, C1, C2 e D.  (Salvo erro, no Brasil utilizam-se as letras: A, B, C, D e E.)

Segundo estudos efectuados pela Marktest, em 2003 a população portuguesa dividia-se por essas classes sociais do seguinte modo:

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Ver também aqui.

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Bibliografia:

Anthony Giddens, Sociologia, 5ª edição, F. C. Gulbenkian, Lisboa, 2007.

Lucia DeMartis, Compêndio de Sociologia, Edições 70, Lisboa, 2006.

Richard T. Schaefer, Sociologia, 6ª edição, McGraw-Hill, São Paulo, 2006.

Marktest - http://www.marktest.com/wap/

1 comentário:

pablomendes disse...

que hoje em dia não deveria ter isso de divisão de classes, e sim uma solução para para isso, acho que o governo deveria para de roubar dinheiro do povo e resolver esse problema, a culpa também não e do governo, mais também da sociedade que olha para a classe media, como o texto se refere, como uma doença que e não são problema deles e simplesmente ignora.