"Na Idade Média, numa época de pouca divulgação cultural ou científica, o povo imaginava monstros e coisas maravilhosas, bem como uma série de criaturas fabulosas a viver nos oceanos.
Considerava-se que a Terra e o Mar eram dois mundos paralelos, pelo que certos animais terrestres já conhecidos teriam certamente os seus correspondentes a viver no mar. Mas foi apenas com os primeiros relatos dos descobrimentos que surgem referências escritas a diversos monstros marinhos.
Dizia-se que os monstros marinhos engoliam os barcos, o calor fazia ferver as águas, os homens e os animais eram monstruosos." [Dizia-se, por exemplo, que havia homens sem cabeça e serpentes gigantescas.]
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2008/10/08/MONSTROS-MARINHOS-_2D00_-A-AMBI_C700C300_O-VENCEU-O-MEDO-NOS-DESCOBRIMENTOS.aspx
1 comentários:
A Idade Média, também conhecida como idade das trevas devido á falta de "Luz" (ou sabedoria) a que as pessoas eram alvo, sobretudo devido ao controlo e oposição da Igreja católica a experiências, com o objectivo maior de não se encontrarem provas que contradiriam as segradas escrituras -vejamos o caso da descoberta do heliocentrismo que contradizia a Terra estar no centro do universo- levou a que as pessoas não tivessem um conhecimento que fosse para lá do do senso comum, ou seja, não tinham conhecimentos aprofundados sobre as matérias e viviam num dogma completo, nunca assumindo uma atitude cientifica ou quando assumida estas atitudes eram castigadas, com conhecimentos assim, ou talvez seja dito, esta falta de conhecimento levou a que as pessoas criassem superstições que a nossos olhos fossem idiotas, tais como que os barcos que se afundavam no cabo da boa esperança tinham como causa um monstro marinho, o que provou ser mentira e que estes acontecimentos aconteciam devido á colisão dos barcos contra rochas em zonas menos profundas. Mas não era apenas sobre monstros marinhos que as pessoas fantasiavam nesta altura, fantasiavam também com homens meio crocodilos que viveriam em regiões do interior de África, o que hoje em dia se pensa que se trate de uma tribo que venera os crocodilos, chegando a marcar a pele para de parecerem aos seus deuses e outras criaturas. Pensamentos assim para nós hoje em dia, em que as pessoas têm uma cultura geral um pouco mais aprofundada, nos parecem ridiculos eram aceites na altura como correctos até pelas altas entidades da época.
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